terça-feira, julho 21, 2009

Ano III, Número 131

É PRECISO APRENDER NAS DERROTAS

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A semana que passou referendou inteiramente minha tese de que os maus resultados são decorrência da falta de alternativas táticas. Tanto é assim que até a utilização do esdrúxulo 3-5-2 contra o Fluminense surtiu algum efeito (comentei tal partida em meu sítio pessoal). No clássico, abandonamos o losango e com um quadrado no meio campo tivemos superioridade no primeiro quarto da partida, em decorrência, principalmente, da liberdade que teve um dos dois articuladores. Com D´Alessandro marcado teríamos sucumbido no sistema de losango, mas a presença de Andrezinho na armação foi fundamental e, inclusive, deu origem ao lance do gol. Mas, como também preconizei na última semana, salvo a inspiração de Nilmar, nosso time é só jogada de bola parada. A diretoria Colorada, pelo andar da carruagem e pelas entrevistas pós-derrotas, não está aprendendo as lições deixadas pelas derrotas.

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DERROTA I – O NÓ TÁTICO

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Levamos um gol de falta e, na segunda etapa, P. Autuori neutralizou nossas ações ofensivas incumbindo Adilson da marcação sobre Andrezinho. Como Tite não deixa os laterais subirem ao apoio e não aparelha sua equipe com sistemas laterais de triangulação, o INTERNACIONAL ficou submisso e, mais uma vez, foi amarrado pelo adversário (“como toma nó tático nosso treinero”!). O time vizinho teve mais disposição e volume de jogo em três quartos da partida. O empate nos caia muito bem, mas a gota d´água veio com uma falha estupenda em cobrança de escanteio pelo adversário (falta de treino ?!).

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DERROTA II - A “MESMISSE”

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Quando sofremos o 2º golo, ainda restavam 20 minutos para o final da partida e era natural esperar do treinador iniciativas tendentes à busca do resultado: Alecsandro por um dos jogadores de meio ou mesmo por Kleber (fixando Bolivar na zaga); a liberação total dos laterais com a colocação de um 3º zagueiro ou comprometimento de Sandro em tal função. Eram apenas algumas das possibilidades. Mas, nesse momento, entrou em campo, novamente, a “mesmisse” de Tite. Atacante por atacante, meio de campo por meio de campo. Substituições “6” por “meia dúzia”. É óbvio - não mudaram e não acrescentaram absolutamente nada. Ao apagar das luzes veio a provocação. Danilo por Bolivar (de novo!).

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DERROTA III – O TIME TORTO

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Contra o Corinthians, no Pacaembu, denunciei o absurdo da fixação de Taison e de todas as ações ofensivas da equipe pelo lado direito da defesa inimiga quando o adversário atuava com um meia improvisado na lateral esquerda. A repetição de erros, como diz o sábio dito popular, é burrice. Pois bem, domingo o adversário entrou com um zagueiro das divisões de base (o Sr. M. Fernandes) improvisado na lateral direita. Era de se esperar que tal fraqueza do inimigo fosse explorada. Porém, todas nossas ações ofensivas foram concentradas, pasmem, do outro lado. Taison foi escalado como atacante fixo pela direita, sem autorização para mudar de lado. O futebol não perdoa tantos equívocos.

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AJEITANDO A COZINHA

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Um bom time começa por uma boa defesa. E foi assim que o INTERNACIONAL construiu a estrutura do título da Sudamericana 2008, do Gauchão 2009 e da gordura do início do Campeonato Nacional (mesmo sofrendo 4 golos em 2 jogos, ainda possuímos uma das melhores defesas do certame com 13 gols sofridos). Nesse período, mesmo com equipes mistas ou reservas, possuíamos um meio campo combativo e os quatro da linha defensiva sempre dividiam bolas em vantagem. Defesa e meio campo atuavam próximos e sem qualquer espaço de ação para adversários. Foi o que nos faltou nas últimas jornadas. Uma casa que funciona depende de uma cozinha bem organizada.

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SANDRO

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Sandro foi o melhor jogador do INTERNACIONAL no clássico. Voltou de parada de 2 semanas por lesão muscular e atuou os 90 minutos como se nada tivesse acontecido. Foi visível o retorno da estabilidade defensiva na meia cancha, propiciando, inclusive, maior tranqüilidade para os zagueiros. Prova disso é que os dois gols que sofremos foram de jogadas de bola parada (falta treino?!). Uma das partes da espinha dorsal da equipe está reconstituída. Estou confiante de que por aí começa a reabilitação de nosso sistema defensivo.

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INDIO

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Quando a defesa vai mal o primeiro a ser responsabilizado é o xerife. Natural, o zagueiro central é o pilar de sustentação de todo o sistema defensivo. Índio foi criticado no ano passado quando o 3-5-2 chama derrota afundava nossas ambições. Cresceu com a efetivação do 4-4-2. Agora as críticas estão de volta. Zagueiro central não pode jogar no mano a mano com atacante adversário. Dessa forma já vi Lucio, C. Silva, Aloisio e até Don Elias Figueroa (por Palinha) serem trucidados. A volta de Sandro, e a correção de posicionamentos da meia cancha, pode retomar os dias de calmaria para o Cacique.

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NILMAR

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O “homem gNAL” deixou mais um tento registrado na história. Não foi suficiente, mas ele estava lá mais uma vez. A boataria de início de semana, todavia, indica a negociação de nosso astro com o Wolfsburg da Alemanha por 15 milhões de Euros (dos quais 14 milhões ficariam nos cofres do INTERANCIONAL). Há duas semanas apontei que julho será o último mês do “Golden Boy” no Beira-Rio. A medida que os dias passam tal convicção, infelizmente, só aumenta.

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ESTÁ REGISTRADO NA HISTÓRIA

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“Nunca um gNAL havia sido tão importante como em fevereiro de 1989. A partida valia vaga na final do Brasileirão e na Libertadores. No primeiro jogo, 0 a 0 no Olimpico. No segundo, no Beira Rio, o tricolor saiu na frente e Casemiro foi expulso. Mas o Inter tinha Nilson, que virou a partida para 2 a 1 e garantiu o seu lugar na história” (caderno especial 100 anos de gNAL do CORREIO DO POVO – 19.julho.2009). O gNAL do SÉCULO aniversaria 20 anos e está escrito e está registrado na história!!!

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RÁPIDAS

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INTERNACIONAL 141x119 portoalegrense... Superioridade vermelha também está escrita e registrada na história!

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O Caderno Especial 100 ANOS DO CLASSICO gNAL do Correio do Povo é uma obra prima.

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Aliás, parabéns ao grande amigo e parceiro de editoria P.R.Sanchotene tanto pela edição especial dos 100 ANOS DE CLÁSSICO como também por ser o idealizador da disputa do clássico n. 377 nesta data histórica.

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Depois de dois anos e 7 (sete) clássicos sem vitória, estava na tua hora não é Sanchotene ?!

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Da série não tem preço: O “homem do futebol” da azenha, Sr. Meira, declarando que o gNAL do SÉCULO não valeu nada e que este de domingo sim era o verdadeiro gNAL do Século.

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Como piada foi um sucesso...

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A inveja vizinha é impagável!!!

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Está começando a faltar rádio aqui em casa. Bolivar por Danilo, de novo, agora aos 40 minutos do segundo tempo, perdendo por 2x1, É DEMAIS!!!

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Bolivar e Kleber, assim como qualquer outro que for escalado na função de lateral, são reféns do sistema de Tite que limite o apoio e não propicia as companhias necessárias ao sistema de triangulações.

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Explicação para o fato de Taison jogar fixo na ponta direita: cumpriu a função tática de marcar o lateral adversário F. Santos. Tchê, É DEMAIS!!!

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De craque a execrado em três dias.

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Taison, assim como os laterais, é vítima das convicções e “artimanhas” do treinador.

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Repito: errar é humano, mas repetir o erro é burrice.

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Vizinho levanta a questão do efeito suspensivo para D´Alessandro e me cobra coerência com relação às críticas que formulei na temporada passada quando da concessão do efeito para 3 atletas de sua agremiação.

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Situações fáticas completamente diversas.

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Incoerência é comparar as atitudes que levaram à punição dos azenhanos com as de D´Alessandro.

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D´Alessandro, como anotei na última semana, sequer tocou em adversário.

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Ainda vejo o INTERNACIONAL como favorito ao título do Campeonato Nacional, mas a venda de Nilmar arrefeceria tal sentimento.

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A viagem ao Japão para disputar a Copa Suruga Bank será de grande valia para recolocar as coisas nos trilhos. Teremos 12 dias afastados das pressões e compromissos - tempo suficiente para realizar inter temporada que poderá render bons frutos até o final do ano.

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A propósito da Suruga Bank, trata-se de competição de uma marca/empresa sim, nos mesmos moldes, aliás, da Toyota Cup.

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Ao desavisado vizinho, quero lembrar que para disputar a Suruga Bank é preciso levantar Taça. Não existe vaga ou convite, meu caro vizinho, tem de levantar CA-NE-CO!!!

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E aí volta aquela indagação: há quanto tempo não levantas uma Taça vizinho ?

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Pela volta do “beabá” e do “feijão com arroz” ao Beira-Rio, urgente!!!

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Saudações rubras, do DONO DA ALDEIA (*39), CAMPEÃO DE TUDO e SEMPRE NA PRIMEIRA DIVISÃO.

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L. Portinho


ELES NÃO PODEM FUGIR PARA SEMPRE!!


Não tem pra ninguém! O GRE-nal do centenário é tricolor! Na bela comemoração dos 100 anos de um dos maiores clássicos do mundo, a vitória é gremista, a exemplo do primeiro jogo disputado entre as duas equipes. E desta vez eles não conseguiram fugir para Erechim, como fizeram no Gauchão. Tiveram de nos enfrentar no Olímpico, onde não perdemos um clássico desde 2006. E jogando em nossa casa, fomos superiores e impusemos a vitória em cima dos amargos.

Não adiantou Noveletto, STJD que deu efeito suspensivo pro D’Alessandro, presidente Chorando pra Carvalho, o papa, o bispo.. a vitória no verdadeiro GRE-nal do século é GREMISTA. E uma MAXI vitória!


A RECEPÇÃO

Cheguei ao estádio meio em cima do laço, em função da comemoração do almoço de aniversário da minha noiva. Confesso que estava receoso de que pudesse se repetir o episódio contra o Cruzeiro, mas mesmo chegando poucos momentos antes de os times entrarem em campo, consegui entrar tranquilamente no Monumental. Antes, fui agraciado com o belíssimo material produzido pelo jornal Correio do Povo, com uma espécie de “programa” do jogo festivo, com matérias sobre os principais clássicos e dados sobre todos os GRE-nais disputados. Uma belíssima iniciativa. Belíssima como a faixa que eu vi na torcida Geral, com os nomes daqueles jogadores gremistas que envergaram o manto metade azul, metade preto, que o GRÊMIO usava em 1909. Kallfelz – Deppermann – Becker – Carls – Black – Mostardeiro – Brochado – Moreira – Schroder – Booth – Grunewald. Nomes que entraram para a história do clássico como a primeira escalação vitoriosa.


O INÍCIO DO JOGO

Como todo GRE-nal, o jogo começou truncado, mas o GRÊMIO jogava um pouco melhor. Entramos em campo com Mário Fernandes jogando de lateral-direito e Autuori mantendo a ideia de time que ele vinha escalando desde que Thiego vinha atuando de lateral, já que este foi expulso de forma infantil no jogo contra o Coritiba. Enfim, um GRE-nal sem invencionice por parte do GRÊMIO. Uma escalação que segue uma linha tática bem definida pelo nosso treinador. Enfim, uma cabeça pensante na casamata gremista.

Réver voltava de lesão e Leo não atuou devido ao 3º cartão amarelo. Rafael Marques atuou em seu lugar, dando boa solidez à zaga. De resto, o time-base que vinha jogando, com Herrera e Maxi Lopez no ataque.


O SUSTO

Jogávamos melhor, mas acabamos levando um gol em uma bobeada da nossa zaga e um erro crasso de Souza, que reclamou de empurrão por parte de Nilmar, que entrou na nossa área ao seu estilo e fuzilou Victor, que nada pôde fazer. Um castigo que não era merecido, mas deixar um jogador com a qualidade de Nilmar na cara do gol, ele acaba marcando. Estaríamos nós vendo, novamente, a repetição de um filme (citando o título da coluna nro. 111)

Sentimos o gol, o time ficou intranquilo e acabou cometendo alguns erros que não vínhamos cometendo até então. Mas os vermelhos não tiveram outras chances.


O GOLAÇO DE SOUZA

Onze minutos depois do gol vermelho, falta de Guinha Azul em cima de Souza. Bem próximo à grande área. Bem dali que o Souza já tinha guardado outras na Libertadores. O próprio Souza cobrou e... guardou! Estava empatado o clássico, e estava marcado o nome de Souza na história do clássico. Por ter feito o primeiro gol gremista depois dos 100 anos do GRE-nal e por ter feito o gol nro. 500 do GRÊMIO na história dos clássicos.


A INDIGNAÇÃO DE TCHECO E O FINAL DO PRIMEIRO TEMPO

O jogo voltou a ser truncado. Melhoramos um pouco após o gol de empate, mas o final do primeiro tempo veio com uma leve superioridade do adversário. Tcheco, que de novo não jogou bem, saiu esbravejando: “não está nada bom’, disse ele.

Não importa se ele estava certo ou não em verborragizar na imprensa se ele mesmo nada fazia pra mudar a situação. Mas sim que parece que algo contaminou o GRÊMIO no retorno ao segundo tempo, pois a segunda etapa foi jogo de um time só. E, pra nossa felicidade, só deu GRÊMIO.


A APARIÇÃO DE MÁRIO FERNANDES

Ninguém entendeu a escalação de Mário Fernandes na lateral-direita. Mas como eu houvera dito antes, foi o mais coerente com a linha de raciocínio que Paulo Autuori vinha traçando, com um zagueiro de área na lateral-direita fechando mais o setor e liberando Fábio Santos para subir mais. Mas o próprio Mário começou a se soltar mais, e a aparecer com tranquilidade em subidas de qualidade que começaram a chamar a atenção do torcedor gremista. No primeiro tempo ele parecia meio receoso, afinal não deve ser fácil ser escalado em uma função que não é a sua em um clássico, ainda mais quando se trata de um jogo histórico. Principalmente depois de ter passado tudo o que ele passou. Mas quando Mário Fernandes demonstrou personalidade e qualidade, fez aparecer um novo dono para a camisa 2 do GRÊMIO.

Uma grande atuação, que merece destaque.


RÉVER E A SOLIDEZ DA ZAGA

Réver demonstrou de novo toda a sua qualidade. Foi um gigante na zaga gremista. Uma grande atuação do nosso camisa 5, eleito por muitos como o melhor jogador do clássico. E mostrou porque ele é um dos melhores zagueiros em atividade no Brasil ao lado de William, do Corinthians. Fez uma boa dupla com Rafael Marques. Mas Autuori, em sua entrevista coletiva pós-jogo, sinalizou com a volta de Leo, que ficou de fora do GRE-nal por um cartão amarelo de jogo e, assim sendo, tem sua escalação assegurada. Mas a dupla Rafael Marques e Réver se mostrou mais consistente.


A MAXI VIRADA

A boa atuação de Réver havia de ser premiada. Aos 24 minutos, um chute de fora da área do zagueiro gremista tinha endereço certo. Mas a bola caprichosamente acerta Guinha Azul (sendo que há quem acredite que ele tenha dado uma cortada na bola, caracterizando o pênalti na jogada) e desvia caprichosamente para onde estava a cabeça de Maxi Lopez que, no local certo e na hora certa, cutucou de cabeça a bola pra dentro do gol defendido por Lauro. Estava estabelecida a festa.


ÍNDIO, O HOMEM COLUNA ENTORTADA

Pelo jeito o zagueiro Índio está deixando de ser homem GRE-nal para virar homem “coluna entortada”. Depois de levar um drible de Ronaldo digno de desconotaço nas paletas, no clássico foi a vez de Souza causar torcicolo no camisa 3 deles. Um drible desconcertante, onde o Índio deve estar procurando o Souza até agora.


D’ALESSANDRO, O HOMEM-TAPETÃO

O fato extracampo mais importante do clássico foi, sem dúvida, a escalação de D’Alessandro por um efeito suspensivo obtido junto ao STJD. Aliás, já disse. Quero ver o escarcéu do vizinho.

Mas como meu sogro, valoroso torcedor do co-irmão, houvera preconizado dois dias antes: se o gringo jogasse o que (não) vinha jogando, seria desfalque para eles e reforço para nós. E pouco se viu do argentino em campo. Afinal a marcação gremista em cima dele funcionou muito bem. Mais uma prova que, depois de muito tempo, temos um técnico de verdade.


MAIS UMA VEZ, O DEDO DE AUTUORI

E como eu mesmo havia escrito aqui na semana passada, alertei os vermelhos que o GRÊMIO não era mais treinado pelo Celso Roth, e que por isto o clássico não era mais favas contadas para eles, que nem foram os anteriores. Cada vez menos se vê a equipe dando chutão. Está se vendo são jogadas, passes, toque de bola. Isto tudo na medida exata, sem tornar o GRÊMIO um time ‘toque-toque’, o que fugiria às características históricas de todos os times gremistas que já ganharam algo de relevante. Mesmo com algumas atuações abaixo da média, como a apresentada na derrota frente ao Coritiba no meio de semana, a cada dia que passa fica mais evidente o trabalho de Paulo Autuori, e também o tempo que perdemos com outros nomes que passaram por aqui anteriormente.


PÓS-CLÁSSICO: A SOBERBA VERMELHA

Os vermelhos, depois do clássico, deram uma aula de como não agir depois de uma derrota. A começar pela resposta obinesca de Vitório Pífio, que disse que o GRÊMIO ganhou porque fez dois gols e o time dele só fez um. Depois, jogadores se recusando a dar entrevista e o papelão do Guinha Azul, que empurrou o microfone de um repórter que, ao indagá-lo se ele enquanto capitão do time teria algo a dizer pra torcida, respondeu: “que torcida?”

Meus caros, há de se aprender a perder também.


DAQUI PRA FRENTE...

Quarta-feira às 19h30min tem jogo de novo, e o adversário é o claudicante Avaí. E se mantemos uma invencibilidade em casa no Brasileiro, quando saímos do Olímpico a situação se inverte, pois seguimos sem vencer fora de casa. Bom momento para reverter este quadro, e bom momento também para firmarmos pé no G-4, uma vez que pegaremos o Santo André em casa no esdrúxulo horário de sábado, às 18h30min, no Olímpico.


RAPIDINHAS

Alex Mineiro foi anunciado pelo Atlético-PR. O jogador se apresentou na Arena da Baixada nesta terça-feira.


O lateral-esquerdo Helder foi emprestado para o Bahia.


A Juventus de Turim deve fazer uma proposta pelo zagueiro Leo. O valor especulado gira em torno de € 5 milhões. Caso confirmada a saída do nosso camisa 3, Réver deve permanecer. Nosso camisa 5 tem proposta do Bari, da Itália, mas ele mesmo diz que não quer ir para “um clube inexpressivo”.


Saudações Maxi-Imortais,

Leonel Knijnik (DJ Aldebaran)
Gaúcho por Tradição e Gremista de Coração

8 comentários:

Milton disse...

Boa analize da derrota, a humildade tao caracteristica dos colorados em anos posteriores esta voltando.
E ao q parece o inter passara mais um ano sem levantar uma taca nacional. Se tite ficar, claro.
Porto, confirma isso - tu que eh tao versado em historia - o inter so venceu mais grenais nas decadas de 40, 70 e 2000 nao? Um 7x3 gremista eh o que me parece.

Milton disse...

Alias, o dalessandro foi justamente punido pelo papelao na final. Ha de se reconhecer isso para nao ter duas medidas e dois pesos.

Luiz Portinho disse...

Milton, não conheço esse dado das décadas q. trazes, mas o que a história registra é 141x119. vantagem ampla, não ?! sobre dalessandro, merecia puniçao, mas nunca de 60 dias... 2 jogos tava mais do que bom.

Luiz Portinho disse...

estou na correria e nao pude ler a coluna azul, só passei os olhos pelo início... que euforia hein Aldeba ?! o q. fazem dois anos de sofrimento e derrotas ?!?!?!?!

Milton disse...

Eu tenho o livro da historia dos grenais e eh isso mesmo, 7x3 mesmo com 20 e poucas vitorias de vantagem.
Eh curioso esse negocio de vantagem em grenais. Ano passado vcs nao ganhavam um grenal a 2 anos - desde 2006 - mas em 2008 so deu empate. Lembro das manchetes antes do grenal dizendo q o gremio tava construindo uma vantagem interessante em grenais. Ai vcs ganham um jogo e derrepente a vantagem q era nossa volta pra vcs. Curioso pra dizer o minimo.

Milton disse...

E eh uma grande perda pro inter a venda do nilmar. So o que falta eh ressucitar o jeferson feijao ou o gabiru pra repo-lo. A direcao do inter nao vai ser tao idiota pra fzr isso. 15 milhoes de euros, o que fazer com tanto dinheiro heim?

Bruno Coelho disse...

Achei curiosa sobre a observação da Copa Suruga em dois aspectos, Porto. Primeiro é que acredito que esse torneio mais atrapalha do que ajuda. Haverá mais desgaste por causa da longa viagem, o Inter passará a ter três jogos a menos do que os demais adversários por um tempo e isso pode pressionar ainda mais os jogadores por resultados e esses jogos ocorrerão em dias que seriam de descanso aos jogadores colorados.

Segundo, que também temos a nossa “Copa Suruga Bank”. Trata-se da Copa Sanwa Bank de 1995, que foi disputada entre o campeão da Copa do Brasil de 1994 (Grêmio) e o campeão da J-League (Verdy Kawasaki). Ou seja, não são pioneiros na Copa do Brasil, na Libertadores e no Mundial Interclubes e nem nesse tipo de torneio que disputarão.

Mas compreendo mais essa supervalorização, assim como ocorrereu com a Sulamiranda 2008. Pois ao perder a Copa do Brasil e Recopa e ver o título brasileiro cada vez mais distante, a Copa Suruba poderá ser o símbolo da conquista do centenário. =P

Saudações.

Francinei Bentes disse...

Suruba na copa, às oito e trinta no Japão?
Se tiver umas gatas orientais junto, ME CHAMA QUE EU VOU (MAGAL, Sidnei, 1900 e lá vai fumaça...).

Brincadeira hein colorados... (amigo, amigo!)... =D