terça-feira, março 03, 2009


Ano III, Número 111


EDIÇÃO ESPECIAL - GRE-NAL 375
(crédito da foto: Site do Sport Club Internacional)


UMA CONQUISTA COM “C” MAIÚSCULO


Eu poderia simplesmente repetir o título com que tenho rotineiramente iniciado minhas colunas: “CAMPEÃO!”. Seria adequado, mas não posso deixar de dar ênfase à conquista de domingo. O clássico sempre é um jogo diferente que envolve sangue, suor e lágrimas, mas o de n. 375 era especial. Estava em jogo a “Taça Fernando Carvalho” e a honra de não a entregar ao inimigo dentro de nossa casa; mais uma vez o pessoal lá do outro lado gastara o verbo com declarações arrogantes e pretenciosas; estávamos sem o nosso maior destaque individual (D´Alessandro) e, acima de tudo, os “doutos” da imprensa davam a agremiação vizinha como favorita. Vieram os 90 minutos e a partida foi das mais emocionantes dos últimos tempos. Uma Conquista com a marca do “homem gNAL”, o cacique Índio. Uma Conquista com a marca da superioridade técnica refletida em jogadores como Kléber, Andrézinho e Taison. Uma Conquista com a marca de um esquema simples e eficiente, o 4-4-2. E, claro, uma Conquista com a marca da tradição, do gol de cabeça de Magrão que é praticamente uma cópia do histórico gol da nesga de luz de Figueroa em 1975. Uma Conquista, sob todos os pontos de vista, com “c” maiúsculo.

ESQUEMA I


Desde as primeiras edições do BLOgNAL tenho debatido exaustivamente os esquemas de jogo adotados por nossa equipe. O gNAL de domingo foi uma lição e a demonstração de que no futebol não vence o mistério e as elocubrações táticas, mas sim o simples, o feijão com arroz, como se diz na linguagem da bola. O fracasso total do absurdo esquema “361” e, depois, do famigerado “3-5-2 com 2 volantes e sem líbero e sem alas” diante do comezinho 4-4-2 com apoio alternado de laterais foi a própria vitória do futebol simples sobre as teorias e táticas mirabolantes.

ESQUEMA II


Em grandes jogos, como o clássico de domingo ou as vitórias sobre Estudiantes e Boca Jrs. na temporada passada, está mais do que evidente que o esquema 4-4-2 em losango funciona. Embora tenha de reafirmar sempre minha preferência pelo esquema com um quadrado no meio formado por dois volantes e dois meias de frente, quando se trata de confronto com equipes de mesmo nível, a sobreposição de volantes não se torna tão nefaste. Mas, para isso, é preciso que o vértice do losango esteja em tarde inspirada – como esteve Andrezinho domingo – e que a equipe possua dois atacantes de perigo constante, como é o caso de Nilmar e Taison. Do contrário, haja coração!

ESQUEMA III


E dentro do tema já ingresso em nosso próximo compromisso. Tudo leva a crer que Tite colocará o mesmo time em campo contra o União Rondonópolis quarta-feira. Não posso pensar em outro resultado que não a classificação, mas, com o time entrando em campo neste 4-4-2 em losango, as dificuldades serão imensas. Sou capaz de apostar que, novamente, entregaremos 45 minutos ao rival e que, na segunda etapa, Andrézinho ingressa na equipe no lugar de um dos volantes (provavelmente Magrão – que fica sem função alguma na equipe em jogos desta característica). Mas, repito, não posso acreditar que o INTERNACIONAL vá deixar esta classificação escapar.

A RAPOSA e AS UVAS


Não é de hoje essa mania da turma da azenha de desdenhar e denegrir o Campeonato Gaucho. Todas as declarações de C. Roth antes do último clássico, assim como da diretiva azenhana, tiveram a intenção de menosprezar o certame. O vizinho, para não deixar dúvidas de seu DNA, afirmou textualmente que “Enquanto o dia 11 de março não chega, o GRÊMIO vai disputando o Gauchão”. Nítido o desdém. Mais uma vez a arrogância levou seu golpe de misericórdia dentro das quatro linhas. Para o INTERNACIONAL e para o torcedor Colorado gauchão sempre foi e sempre será tratado como Copa do Mundo. E ponto final.

ERRATA


Cometi um erro grosseiro e uma injustiça gritante com um dos grandes do futebol chileno na última semana. Confundi a tradicional Universidad Católica com a inexpressiva Universidade de Chile. A Católica que eliminamos com o time reserva na Taça Sudamericana 2008 ostenta um vice campeonato de Copa Libertadores em seus anais. Já a tal de “La U” nunca foi a lugar nenhum, a ponto de a imprensa chilena destacar empate em oxo como a maior partida da história da agremiação. Convenhamos, é muito pouco! Peço, encarecidamente, perdão aos torcedores da prestigiada Universidade Católica.

RÁPIDAS
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Índio e Álvaro formam a melhor zaga do futebol brasileiro na atualidade
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Bolívar não merece as críticas que lhe são feitas. Conhece a posição e não permite ao adversário criar lances de perigo em sua área de cobertura.
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Pela primeira vez Sandro iniciou um clássico gNAL. Até nas fotografias do jogo é possível notar sua tranqüilidade e segurança. Escrevam: em breve estará vestindo a camisa “5” da seleção brasileira.
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Como dão trabalho aos rivais Taison e Nilmar. Mesmo assim, gostaria de ver a equipe atuando com um “9” de ofício, especialmente nas peleias brabas do Gauchão.
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Enquanto a turma de lá balbuciava em espanhol, a Nação fez ecoar nas bancadas do Gigante o cântico definitivo: FICA CELSO ROTH! FICA CELSO ROTH!
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E dá-lhe

www.celsoroth.com.br
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E vida longa ao bando de amarelões da azenha, um verdadeiro exército japonês comandado pelo Capitão Tcheco!
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Quarta-feira todos os caminhos levarão ao GIGANTE DA BEIRA-RIO.
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Saudações rubras, do DONO DA ALDEIA (*38) e CAMPEÃO DE TUDO.


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Luiz Portinho – lcportinho@yahoo.com.br





A REPETIÇÃO DE UM FILME




Se eu pegar a coluna nro. 108 e postá-la de novo aqui, seria totalmente adequado. Pois o que se viu neste domingo no pardieirão foi a repetição de um filme que começou a ser exibido no clássico de Erechim.

Mas este filme de domingo teve uma avant-première na sexta-feira, com o discurso desastrado do nosso "Midas ao contrário", Celso Juarez Roth, acerca do clássico que estava assim designado para o domingo. Resumindo, ele declarou que a vitória no clássico interessa apenas para a torcida e para a direção, e que o Gauchão só é valorizado quando se perde.

Diante disto, ele escalou a equipe no execrável 3-6-1, de novo mantendo só o Alex Mineiro no ataque. Foi quase o mesmo time de Erechim. A diferença foi Jadilson na lateral-esquerda, quando no primeiro clássico jogou Fábio Santos. Ou seja: ele QUERIA perder o clássico!

O que se viu no primeiro tempo foi um time que não criou nenhuma situação de gol. E que foi salvo da derrota por três defesas milagrosas do goleiro Victor. Era notória a superioridade do adversário na partida.

Voltamos para o segundo tempo com a mesma formação. Levamos um gol de bola parada logo a 1 minuto e meio. Daí o técnico resolveu mexer no time. Tirou Leo e Diogo para colocar Fabio Santos e Jonas, deslocando Jadilson para o meio e colocando a equipe no 4-4-2. O GRÊMIO teve uma melhora após a alteração. Antes, não acertava 3 passes. Depois, ao menos conduzia melhor a bola. Chegamos ao gol de empate através de uma jogada de pivô de Jonas e uma bucha de fora da área do Alex Mineiro. Golaço! Era o gol da consagração do esquema com dois atacantes.

Logo após o empate, o que o Roth fez? Tirou o Jadilson, que compunha a linha de frente do meio-campo com Tcheco e Souza, e promoveu a entrada do zagueiro Heverton.

Mesmo o GRÊMIO sendo acostumado a jogar no 3-5-2, havia de se convir que Tcheco e, principalmente, Souza, não estavam bem. Aliás, como um todo em relação à equipe, de onde se salvou apenas o goleiro Victor.

O gol que colocou o adversário na frente de novo foi novamente de bola parada, num vacilo de posicionamento da defesa. Inaceitável quando se tem 3 zagueiros, todos altos e acostumados com a formação.

No final, venceu o único time que entrou em campo com a intenção de vencer.


OS ERROS DE ROTH

Contra o Universidad de Chile, o time foi muito bem, criou situações e só não as converteu em gols por um daqueles fatos inexplicáveis que o futebol nos reserva em algumas vezes. Dois dias depois, contra o Veranópolis, o time foi no 4-4-2 com apenas um titular: Leo. O mais recomendável a fazer era ou repetir a escalação de quarta ou colocar a equipe no 4-4-2, dando uma folga para Leo, que havia jogado na quarta e na sexta. Leo é sabidamente o mais lento dos nossos zagueiros. E estava cansado. E foi passada a ele a incumbência de marcar Taison, o atacante mais rápido deles.

O esquema 3-6-1 já havia se demonstrado inadequado. Principalmente se o time adversário joga com 2 zagueiros e não 3. Já havia fracassado em Erechim. No jogo seguinte, contra o Juventude, também se mostrou ineficaz. Depois de então, não foi mais utilizado. Então foi um erro crasso ter iniciado o jogo com um esquema que não funciona e que não vinha sendo usado.

Nosso adversário havia parido uma bigorna para derrotar as fracas equipes da Ulbra e do Novo Hamburgo. E vinha encontrando dificuldade com seu meio-de-campo, com o posicionamento de Sandro e Guiñazu, que se sobrepunham na mesma faixa de campo. E estava sem D'Alessandro, suspenso pelo 3º cartão amarelo. Diante disto e também diante da boa atuação na estreia da Libertadores, era esperado por parte da imprensa e pelos torcedores gremistas uma vitória.

Celso Roth deu uma força para 'arrumar a casa' do adversário, que vinha enfrentando contestações por parte dos torcedores e da imprensa.


CULPADOS

O técnico teve grande parcela de culpa em mais esta derrota. Mas não foi o único culpado.

A começar pela direção, que empilha atacantes no time e não busca jogadores para as duas maiores carências do time: um volante e um meia. Afinal desde não sei quando que é batido à exaustão na tecla de que se precisa de um primeiro volante, que Diogo é insuficiente e que não tem outro para a posição. E de um meia para ser titular no lugar do Tcheco. Afinal se ficarmos dependendo deste jogador, que já mostrou que some na hora da decisão, não iremos a lugar nenhum.

A culpa também passa pelos jogadores. Fizeram a pior partida no ano. A equipe esteve apática, sem capacidade de reação. Só se salvou o goleiro Victor.


RAPIDINHAS

Torcedores lançaram um site pedindo a cabeça do Celso Roth numa bandeja de prata. Eis o endereço: http://www.foraroth.com.br/


Em tempo: este articulista não tem NADA a ver com a história!


Krieger: "Quando se altera algo que vem dando certo se corre risco".


CORREÇÃO: O GRÊMIO estreou na Libertadores de 2007 contra o Cerro Porteño jogando fora de casa. Venceu o jogo por 1x0 com direito a pênalti defendido pelo Saja aos 44 do 2º tempo.


Mesmo assim, a comparação entre as duas estreias em casa é válida.


Saudações imortais desde a Libertadores da América,





Leonel Knijnik (DJ Aldebaran)
Gaúcho por Tradição e Gremista de Coração

18 comentários:

Bruno Coelho disse...

O 3-6-1 para esta partida foi injustificável. Pior de tudo foi ouvir os motivos de Roth, que o esquema era uma preparação para Libertadores, sendo que teremos Ypiranga e Santa Cruz, antes do Boyacá Chicó.

Roth não é um técnico ruim, pelo contrário, mas tropeça em sua extravagância e na arrogância. Por mais incrível que pareça, ele não admite o erro no GREnal. Isso chega a ser irritante.

Porém, eu voltarei a bater na tecla “Demite Roth e contrata quem?”. Se houvesse opção que de fato fosse melhor, ele já teria deixado o Olímpico. A única opção que nos daria segurança reside em Londres e não dá sinais de querer sair de lá.

Sobre o Tcheco, é preciso concordar. Quando o Grêmio está num jogo de ânimo mais exaltado, Tcheco é um dos primeiros a perder a cabeça. Sou favorável a idéia de obtermos mais um meia, mas o problema será achá-lo.

E Porto... Universidad Católica mais tradicional do que Universidad de Chile? Você está se enrolando. Tudo bem que o Católica já foi vice da Libertadores, mas o Fluminense também e nem possui grande tradição nesta competição, apesar dos méritos apenas nessa edição. Você sabia que o Universidad de Chile tem 12 títulos nacionais, contra nove do Universidad Católica? E sabia que a torcida de “La U” é a segunda maior do país, só perdendo para o Colo-Colo? Acho que você cometeu mais um erro grosseiro. =P

De resto, parabéns pelo título.

DJ Aldebaran disse...

GRÊMIO teve a melhor média de público do 1º turno. Estranho pra quem não valoriza Gauchão, não é mesmo?

Luiz Portinho disse...

SOBRE ESQUEMAS DE JOGO

gurizada, o esquema "361" não é bom nem para esta e nem para nenhuma outra partida... isso aí não existe! futebol é feijão com arroz, 4-4-2 com 2 meias ofensivos e 4-3-3 quando se está correndo atrás de resultado desesperadamente, em meio à partida... o resto é invenção...

ps. 3-5-2 sem líbero e sem alas é uma das piores contribuições dos "táticos" brasileiros ao futebol mundial.

Luiz Portinho disse...

outro dado... gremio equipe mais violenta e indisciplinada na Taca Fernando Carvalho... e INTERNACIONAL time mais disciplinado e com menos cartões... te serve Aldeba ?! tá lá no blog do Wianey.

ps. quais os critérios do cálculo da média Aldeba ? só jogos com mando de jogo ? o gNAL de Erechim foi computado para quem ?

Luiz Portinho disse...

estou daltônico ou a coluna vizinha inicia em tom "violeta" ?!?!?!?!

Bruno Coelho disse...

“O Grêmio, time que recebeu o maior número de cartões, não é violento”, esse trecho está no blog do Wianey, no texto citado, Porto. Que feio hein. Daí temos duas hipóteses. Ou você leu de maneira totalmente equivocada ou quer passar uma informação falsa sobre o relato de um jornalista. Se for a segunda, então cometeu mais um erro grosseiro. Que feio hein. =P

DJ Aldebaran disse...

Errei ao selecionar o tom de azul do primeiro parágrafo.

Já corrigi.

San Tell d'Euskadi disse...

O Aldeba estava roxo de raiva, Porto!

San Tell d'Euskadi disse...

Sinceramente, só há duas maneiras de se resolver a crise: demitindo-se o Roth; ou afirmando-se, categoricamente, que, gostando os torcedores ou não, Celso fica até o final do ano. Eu prefiro a segunda opção (eu nunca gosto da primeira)...

Há de se ter convicção no trabalho. O time, em dez partidas, jogou mal em Santa Maria (estréia), em Veranópolis (reservas) e domingo. Só há crise porque a imprensa e alguns torcedores (como o Aldeba) estão sempre de tocaia, esperando uma desculpa para pedir o pescoço do Roth (ou de qualquer treinador; o Tite está nessa também, não, Porto?!). A derrota nos dois clássicos veio bem a calhar para isso.

A crise é normal; a pressão, também. Acontece quando se perde para o Inter. No ano passado, no primeiro sinal de problemas, o Mancini foi embora. O resultado foram as eliminações precoces no Estadual e na Copa do Brasil. No segundo semestre, a manutenção do trabalho foi responsável para que não ficássemos de fora da Libertadores (em segundo lugar no Nacional).

Agora, se a direção entrar na onda, nós vamos nos f*d&r!

DJ Aldebaran disse...

A questão toda não é pedir a cabeça do técnico. Não é contra a figura do técnico do GRÊMIO, e sim contra o nome de Celso Roth, que como já foi dito aqui, tem DNA PERDEDOR. Não é a toa que ele tem só 6 títulos na carreira, sendo o último deles conquistado em 2000. Chegamos em segundo ano passado APESAR do Roth e perdemos um título praticamente ganho GRAÇAS ao Roth. Fizemos a campanha que fizemos no 1º turno graças ao FATOR SURPRESA e ao PREPARO FÍSICO. Aliás, até nisto o GRÊMIO vai mal. Por sinal, quem indicou o preparador atual? Ele mesmo!

Se sair o Roth, sairá quem não era nem pra ter vindo. Se não sair, pode esquecer a Libertadores. e pode preparar os ouvidos pra flauta após cada GRE-nal.

San Tell d'Euskadi disse...

A única conclusão possível é que a direção ABRIU MÃO do Estadual em favor da Libertadores. Afinal, o Celso não falaria nada que não tenha o aval da direção. Pelo que sabemos, Roth utilizou o TFC para treinar a equipe, variações de esquemas, mudanças no onze titular, usw. Mesmo assim, ficamos em primeiro lugar no grupo e chegamos às finais. Perdemos. Perdemos para o Inter (pela terceira vez consecutiva). E jogamos mal. Algo que não vínhamos fazendo.

A maior parte da torcida não suporta o Roth, nem quando ele ganha. Imagina quando perde. E para o Inter. E jogando mal. É um convite para o circo pegar fogo. E a imprensa como um todo adora isso. É a maneira mais fácil de preencher a seção de Esportes. E vira um processo de retro-alimentação, a imprensa inflama a torcida que dá mais notícias para a imprensa que dão corda para a torcida...

A direção e os jogadores são co-responsáveis pelos resultados. Nem de perto, o Roth é o maior responsável. A direção é muito mais responsável pelo planejamento. O Celso leva no lombo porque nunca soube trabalhar a imagem. As pessoas não gostam dele e não adianta argumentar em contrário. Quando perdemos é por culpa dele. Se ganhamos, é apesar dele. E será assim até o momento em que ele for embora.

Só que não há garantias que será diferente com um novo treinador. Aliás, dificilmente é.

DJ Aldebaran disse...

Realmente é uma falha de planejamento do tamanho do mundo se mantivermos um perdedor de marca maior como técnico pra competição mais importante do semestre. A não ser que o planejamento seja conquistar o vice-campeonato. Daí estamos com o nome certo.

Nem deveria ter vindo o Roth. E a direção perde oportunidades de ouro pra demiti-lo.

Eu vou insistir na teoria de que o Roth tem que ser demitido. E como já disse. Não é a figura do técnico do GRÊMIO, e sim a pessoa do Celso Roth.

Afinal, se a torcida não gosta dele, algum motivo deve ter. E além disso, ele colabora com isto colocando esquema 3-6-1 pra disputar GRE-nal. Avaliação simplista? Até pode ser. Mas não há de se negar que o Celso Roth oportuiza e municia aqueles que não gostam dele (aí me incluo) com atitudes como esta.

Bueno... vamos de Roth pra Colômbia tentar algo inédito. Já relatei que nunca na história vencemos na Colômbia. E pelo jeito esta não será a primeira vez.

Luiz Portinho disse...

eheheheheh... o Aldeba estava violeta de raiva!!!! noooooooooooooooooofa Aldeba. te cuida!

Luiz Portinho disse...

bruno, eu anotei o fato de que o gremio foi o time que mais recebeu cartões (isso é um fato, tu vais querer contestar ?!)... a respeito da opinião que externo, de que se trata do time mais violento, como opinião que é envolve subjetivismo, mas consideremos: 1) o número de cartões é um indicativo de violência (ou não?!); 2) quem viu o gNAL com 35 faltas do gremio e 20 do INTERNACIONAL e com os lances de brutalidade do time azul quando foi colocado na roda nos minutos finais, não pode ter outro tipo de opinião.

saudacoes rubras. Porto.

Luiz Portinho disse...

se isso aqui fosse o sala de redação o Sancho seria o Ruy Ostermann (tô lendo os comentarios e escrevendo este ouvindo o sala de hoje - 6a feira - risos!)... em resumo, em futebol, a voz do torcedor é a voz a ser ouvida. o C. Roth e o Tite deviam ter sido mandado embora em dezembro.

Bruno Coelho disse...

Porto, se ao afirmar que o fato do Grêmio ser um time violento foi uma opinião sua, e não do Wianey, então o seu texto ficou confuso. A impressão que se dá é que você distorceu o que o colunista escreveu.

E nem sempre o time que tem mais cartões é necessariamente o mais violento. Principalmente quando se trata da arbitragem brasileira, que marca falta com qualquer contato físico.

Por outro lado, no Campeonato Brasileiro de 2008, várias vezes alguns sites da imprensa esportiva tomaram nota de que o Grêmio era o time mais faltoso do torneio, dando a clara impressão de que se tratava também do time mais violento.

Contudo, o Grêmio não era líder nem em cartões amarelos e nem em vermelhos. Portanto, nem sempre pode se confiar nos números, tanto em faltas, quanto em cartões.

Outra precipitação, no meu ponto de vista. Claro que num clássico, quando o time está perdendo, com a torcida adversária gritando “olé”, os jogadores também perderão a cabeça. Não estou justificando, ainda sim acho errado, mas ninguém tem sangue de barata. Se o Inter tivesse nessa situação, será que a realidade seria tão diferente?

Então não podemos pegar um contexto que envolve um clássico, ainda mais quando é de alta rivalidade como um GREnal e usá-lo como parâmetro aos demais jogos.

Saudações Tricolores.

Bocha disse...

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San Tell d'Euskadi disse...

A Globo puxou o Centenário do Gre-Nal para domingo, 19.7, às 16h. É jogo de TV aberta, juntamente com Cruzeiro x Corinthians (jogo preferencial, por certo) e Vitória x CAM (jogo 3).